reCriando
- Andersonn Prestes

- há 12 minutos
- 1 min de leitura

Na poeira do tempo, dos pelos ao chão
Sob a retirada da ferrugem
Despia-se
Ficara nu
A casca, espessa como aço
Corroía-se
Por trás de tudo o que o envolvia
Do que acreditara que possuía
O que carregava que não era seu
Levara sem pesar
E, no despertar
Entendeu o que pertencia
O que era: eu
O que era dele, dela e dos outros
O peso de carregar
Tomava lugar ao perceber
De realizar
E por assim dizer,
reCriar




Comentários